sábado, 10 de janeiro de 2009

"GUARDANAPO"

O quê me resta de ti? uma lembrança!
na memória vaga, mal gravada
morreu a mais ínfima esperança
daquele grande amor não ficou nada.

Foste, como um vento que passou
breve, mas porém destruidor
após sua passagem só deixou
um vácuo de mágoa, sem amor.

Um carinho sequer tu me deixaste
nem um aceno amistoso na partida
tenho dúvidas, até, se tu passaste
um dia, triste, em minha vida.

Restou-me sim, uma grande mágoa
de ter te amado como amei
agora, com os olhos rasos d'agua
sinto isso, vendo um mimo que guardei.

No adeus, usaste de dureza
de crueldade implacável deste o tom
mas deixaste para mim por sobre a mesa
um guardanapo sujo de batom.
RUI - Jan/2009

2 comentários:

VIDA EM POEMAS disse...

OI QUERIDO ANJO, RETRIBUINDO COM CARINHO TEU COMENTÁRIO AMÁVEL DEIXO AQUI MEU CARINHO E MINHA ADMIRAÇÃO POR TÃO BELO CANTINHO
SOU A ROSANE SILVEIRA, DA ACADEMIA POETICA VIRTUAL ESSE LINK QUE SEGUE É DO MEU BLOG DE POESIAS SE PUDER ME VISITE
EM TEMPO AMEI O TEU BLOG VOU FICAR FÃ RSRSRS JA ADD AOS FAVORITOS
BEIJOS TERNOS EM TUA ALMA
TODO AMOR DO MUNDO SEJA DADO A VC

Dina a Ciganinha disse...

RUI!
Seu blog está lindo e bem montado.
Que poema doido...porém belissímo!
Paz e bem!
Diná