Na ciranda das horas
um cone de vento
atrai o pensamento
que da mente aflora.
E tu poeta que choras,
rodopias absorto
pelo teu verso torto
na ciranda das horas...
Vai-te por ai afora
levado em cada emoção
que nasce do coração
numa cruel penhora.
Roda tempo, rodem vidas
pela mente que defloras
na ciranda das horas
que morrem e são esquecidas...
Mas poesias são forças ativas
almas imortais, ...senhoras
que giram na ciranda das horas
mas permanecem vivas...!
Rui E L Tavares
(13/04/2010)
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