O amor é assim,
absoluto,
às vezes bruto,
primitivo,
ativo;
outras acomodado.
Enfim,
assim é o amor,
diferente da dor
informal,
corporal
em causa e efeito...
A dor...Ah! essa vilã,
algoz de sofrimento,
tortura de momento.
Verdugo,
refugo
das horas alviçareiras.
O amor, ...esse não!
O amor é bálsamo salutar,
faz bem amar...
Tê-lo no peito
em causa e efeito,
é ventura verdadeira.
Mas cuidado!
É preciso ter zelo
pois perdê-lo
traz a dor
de amor
que dói a vida inteira!
Rui E L Tavares
(03/04/2010)
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