Explodiu a estrela nova
que luzia
no dia
que escureceu.
Fulgurou pela última vez
e depois sumiu,
partiu,
desapareceu...
O céu do sonho implodiu
na própria essência de quimera,
também pudera,
era falsa a sua luz.
Um buraco negro surgiu
no cosmo da memória
para onde a história,
estranha mão conduz.
Morreu um facho de tanto amor,
fugaz no brilho que expandiu
efêmero e frio
mas que foi meu e teu...
A estrela do nosso amor
tão lindo,
agora findo,
agoniza no breu!
Rui E L Tavares
(02/05/2010)
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