Tempo,
Jarro que transborda momentos
repletos de pensamentos
condensados em realidade;
Instantes
que jorram no presente
constantemente
para, logo ali, se tornarem passado.
Registrado,
num disco de vinil,
numa mancha senil,
numa ruga que se evidencia;
Na pele o pergaminho
onde o poeta tempo
traçou o caminho
daquela antiga poesia...
O futuro,
um caminhar no nada,
uma água parada
que ainda não desceu a colina;
Uma sina
que se esconde no porvir...
daqui a pouco será momento,
agora, é apenas pressentimento.
Rui E L Tavares
(07/03/2010)
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