Retalhos de vida, que juntando
um a um, fazem uma história
que vale o nome de uma rua
ou é vazia, amarga e sem glória!
Retalhos de vida, tão pequenos
que passam até sem ser notados
outros tão grandes, tão marcantes
que ficam, para sempre, registrados!
Retalhos de vida, que são nome
no livro dos heróis glorificados
que dedicaram a vida ao altruísmo
e por isso hoje são lembrados!
Retalhos de vida sem valor
lampejos vitais dos desvalidos
que passaram pela vida, simplesmente
e hoje se encontram esquecidos!
RUI - Mar/2008
domingo, 30 de março de 2008
DESCRENÇA
Um pássaro cantando, na gaiola
numa cela um homem tem saudade
de uma época que vivia normalmente
feliz, alegre, ...em liberdade!
Como o pássaro na gaiola, cujo canto
é de tristeza, amargura, ...desencanto
aquele homem na cela não tem amor
só ódio, não tem lágrimas e nem pranto!
E na gaiola em completa solidão
o pássaro canta mesmo assim
acreditando, talvez, na esperança
que o cativeiro, um dia, chegue ao fim!
E o homem isolado no calabouço
do seu ódio, mágoas, sem jamais
acreditar no Deus que o criou
nem esperança na alma não tem mais!
RUI - Mar/2008
numa cela um homem tem saudade
de uma época que vivia normalmente
feliz, alegre, ...em liberdade!
Como o pássaro na gaiola, cujo canto
é de tristeza, amargura, ...desencanto
aquele homem na cela não tem amor
só ódio, não tem lágrimas e nem pranto!
E na gaiola em completa solidão
o pássaro canta mesmo assim
acreditando, talvez, na esperança
que o cativeiro, um dia, chegue ao fim!
E o homem isolado no calabouço
do seu ódio, mágoas, sem jamais
acreditar no Deus que o criou
nem esperança na alma não tem mais!
RUI - Mar/2008
SOL
A Lua acena lá do alto
com jeito de despedida
vai embora sem sobressalto
dá lugar a outra vida!
Regida pelo Sol
que chega atrás da montanha
estendendo vasto lençol
de claridade tamanha!
Desperta lúcido, garboso
para do alto reinar
É o Astro-Rei que glorioso
chega para ficar!
E o mundo se incendeia
de vida,...de alegria
é reação em cadeia
anunciando um novo dia!
Pássaros cantam em coro
a natureza toda canta
glorificando o tesouro
da luz solar que encanta!
Tesouro que não tem dono
é de todos em geral
pois o Sol lá do seu trono
ilumina todos afinal!
Salve meu Rei!, ilumina
faz nascer uma flor
nesta Terra dissemina
a semente da paz e do amor!
Salve Sol! astro da vida
noivo eterno da Lua
a Rainha está de partida
a Terra agora é tua!
RUI - Mar/2008
com jeito de despedida
vai embora sem sobressalto
dá lugar a outra vida!
Regida pelo Sol
que chega atrás da montanha
estendendo vasto lençol
de claridade tamanha!
Desperta lúcido, garboso
para do alto reinar
É o Astro-Rei que glorioso
chega para ficar!
E o mundo se incendeia
de vida,...de alegria
é reação em cadeia
anunciando um novo dia!
Pássaros cantam em coro
a natureza toda canta
glorificando o tesouro
da luz solar que encanta!
Tesouro que não tem dono
é de todos em geral
pois o Sol lá do seu trono
ilumina todos afinal!
Salve meu Rei!, ilumina
faz nascer uma flor
nesta Terra dissemina
a semente da paz e do amor!
Salve Sol! astro da vida
noivo eterno da Lua
a Rainha está de partida
a Terra agora é tua!
RUI - Mar/2008
LUA
Um brilho intenso e singular
que emana do corpo dela
anuncia que em nenhum lugar
alguém brilha mais que ela!
Na noite é a rainha
musa ardente da sedução
majestosa, reina sozinha
é um farol na escuridão!
Referência meiga dos namorados
do amor é testemunha
leva sempre dos apaixonados
juras quando se punha!
Juras de amor infinito
feitas de alma nua
num clima doce, bendito
iluminado pela Lua!
Quando cheia é gloriosa
influencia as marés
não tem estrela charmosa
tanto quanto tu és!
Lua tu és minguante
mas és também crescente
iluminas a vida da gente
és companheira do amante!
Dando luz ao que te rodeia
tu sempre te renova
às vezes és Lua Cheia
outras és Lua Nova!
Lua! enfim, és amor
que irradias como luz
és no céu uma flor
a rainha que nos conduz!
RUI - Mar/2008
que emana do corpo dela
anuncia que em nenhum lugar
alguém brilha mais que ela!
Na noite é a rainha
musa ardente da sedução
majestosa, reina sozinha
é um farol na escuridão!
Referência meiga dos namorados
do amor é testemunha
leva sempre dos apaixonados
juras quando se punha!
Juras de amor infinito
feitas de alma nua
num clima doce, bendito
iluminado pela Lua!
Quando cheia é gloriosa
influencia as marés
não tem estrela charmosa
tanto quanto tu és!
Lua tu és minguante
mas és também crescente
iluminas a vida da gente
és companheira do amante!
Dando luz ao que te rodeia
tu sempre te renova
às vezes és Lua Cheia
outras és Lua Nova!
Lua! enfim, és amor
que irradias como luz
és no céu uma flor
a rainha que nos conduz!
RUI - Mar/2008
sexta-feira, 28 de março de 2008
REALIDADE E FANTASIA
Todos nós temos na alma o lado romântico que clama por vir à tona através de atos reais, concretos, ou através de textos poéticos, ou ainda dos dois consecutivamente. Assim, o romantismo pode se manifestar em conjunto com a realidade ou com o mundo imaginário da fantasia.
Existem poetas e poetizas que norteiam suas obras na realidade, mas a grande maioria cria na sua mente romântica a poesia e, graças a uma singular facilidade de lidar com as palavras, as transmite ao papel.
Quem me dera ser poeta, ter essa facilidade, pois o meu mundo romântico e fantasioso, que é pura ficção, nada se relacionando com a realidade cotidiana, pede passagem para o exterior por meio da poesia mas, enquanto não tenho a suprema felicidade de lidar com as letras da forma que queria, me limito a fazer versos singelos, onde tento liberar um pouco do meu "eu" poético interior.
Ser poeta ou poetiza, é viver na linha imaginária entre a realidade e a fantasia, é ter o domínio da vontade ao decidir em qual dos lados vai estar no momento de exteriorizar uma obra literária.
RUI - Mar/2008
Existem poetas e poetizas que norteiam suas obras na realidade, mas a grande maioria cria na sua mente romântica a poesia e, graças a uma singular facilidade de lidar com as palavras, as transmite ao papel.
Quem me dera ser poeta, ter essa facilidade, pois o meu mundo romântico e fantasioso, que é pura ficção, nada se relacionando com a realidade cotidiana, pede passagem para o exterior por meio da poesia mas, enquanto não tenho a suprema felicidade de lidar com as letras da forma que queria, me limito a fazer versos singelos, onde tento liberar um pouco do meu "eu" poético interior.
Ser poeta ou poetiza, é viver na linha imaginária entre a realidade e a fantasia, é ter o domínio da vontade ao decidir em qual dos lados vai estar no momento de exteriorizar uma obra literária.
RUI - Mar/2008
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